Começando a investir

Como Começar a Investir?

Organizamos aqui o que você precisa para entrar no mundo dos investimentos! A seguir, você encontra algumas das principais perguntas de quem está começando, vídeos, ferramentas e posts específicos sobre investimentos.

Então vamos lá: como começar a investir?

Se você quer dar seus primeiros passos no mundo dos investimentos, este é o passo a passo que você precisa seguir:

  1. Conheça seu perfil de investidor

  2. Trace objetivos financeiros

  3. Encontre os melhores investimentos para cada objetivo

  4. Continue aprendendo

Como descobrir o meu perfil de investidor?

Essa é fácil: conversa com o nosso assistente virtual ;)

 

Ele vai te fazer algumas perguntas sobre a sua relação com o dinheiro, seus objetivos e necessidades para determinar o nível de risco que você está disposto a correr.


Com essas informações, você vai começar a entender quais são os produtos de investimento mais adequados para fazer seu dinheiro render se se expor a risco demais.

Como investir nos meus objetivos?

O primeiro passo é conhecer bem os seus objetivos. Se você ainda não tem objetivos em mente, vou te dar uma mãozinha:

  • Você quer tranquilidade no futuro, quando parar de trabalhar? Nesse caso, provavelmente a aposentadoria é um dos seus objetivos.

  • Você quer ter um “pé de meia” para, nos casos de emergência, não precisar se endividar? Se a resposta for sim, a Reserva de Emergência é um objetivo necessário para você.

  • Você quer viajar? Fazer um curso? Ter uma família, mobiliar sua casa ou comprar um carro? Porque esses são alguns dos objetivos mais comuns.

 

Tendo em mente os seus objetivos, você ainda precisa saber algumas coisinhas:

  • Prazo: em quanto tempo você quer alcançar cada objetivo?

  • Flexibilidade: qual é a chance de você abrir mão desse objetivo, adiar ou adaptar de acordo com as circunstâncias?

  • Pagamento: os gastos com esse objetivo vêm todos de uma vez? Ou você vai pagando aos poucos? Nesse caso, em quanto tempo vai terminar de pagar?

Calculadora de Objetivos

Agora que você já sabe os pontos mais importantes de cada objetivo, chegou a hora de investir neles. E adivinha só: a gente também tem uma ferramenta para te ajudar nessa hora 😎.

 

Conversa rapidinho com o nosso assistente virtual que ele te ajuda a poupar todo mês para cada objetivo.

Qual o melhor investimento para mim?

Para algum investimento ser considerado “o melhor” para alguém, ele precisa estar adequado a três características da pessoa:

  • Perfil: você busca sempre segurança? Ou está disposto a tomar mais risco pra aumentar as chances de ganhar muito? Gosta de estar sempre aprendendo mais sobre outros produtos e mercados ou prefere seguir a “receitinha de bolo”?

  • Objetivos: como quer usar o dinheiro? Pode ser para uma reserva de emergência, aquele “pé de meia” que está lá quando precisamos, para uma viagem daqui a um ano ou para prazos mais longos, como a aposentadoria;

  • Necessidades: você já tem reserva de emergência ou outro recurso para lidar com imprevistos? Sua família depende de você? Existe a possibilidade de você precisar do dinheiro de uma hora pra outra?

De acordo com as respostas a essas perguntas, você vai saber qual o tipo de investimento que está procurando. Agora, é hora de comparar as opções de acordo com alguns critérios:

  • Liquidez: é o que determina a facilidade de você desinvestir o valor. Por exemplo: um imóvel é um dos investimentos menos líquidos, porque, entre o momento que você decide vender e a hora de pegar o dinheiro, podem se passar semanas ou até meses. Já dinheiro vivo, Tesouro Direto e outros títulos de renda fixa são bastante líquidos, porque você consegue se desfazer deles bem rápido.

  • Retorno: o que determina o seu ganho nesse investimento? Sendo de renda fixa, o rendimento pode estar pré-estabelecido quando você compra o título ou variar de acordo com uma taxa de referência, como a inflação. Já as ações e outros ativos de renda variável dependem de uma gama muito mais complexa de fatores para te dar retorno.

  • Risco: em geral, o risco acompanha o retorno de um investimento. Por exemplo: como os títulos do Tesouro Direto são os mais seguros da economia, um investidor precisa ter um potencial de ganho maior para aplicar em ativos mais arriscados.

O que é Renda Fixa?

Renda fixa é a família dos investimentos que dão retorno pré-estabelecido ao investidor. Se você pega um empréstimo com um banco e aceita pagar 5% de juros, por exemplo, o seu empréstimo equivale a um título de renda fixa para o banco.

Quando você compra um título de renda fixa, está fazendo algo muito parecido com o que o banco faz ao emprestar dinheiro. A ideia é que, ao final do período, você receba um retorno que já tinha sido combinado no início do contrato.

 

Mas atenção: existem dois tipos de renda fixa: pré-fixado e pós-fixado.

 

O pré-fixado funciona como o empréstimo do nosso exemplo: o retorno é definido no contrato e você sabe exatamente quanto vai receber no fim do período.

Já os títulos pós-fixados te remuneram de acordo com uma taxa de referência, como o CDI ou a inflação medida pelo índice IPCA. O retorno de um título pode ser de 105% do CDI, por exemplo, ou IPCA + 3%.

O que é Renda Variável?

Essa é a família dos investimentos com retorno mais difícil de prever. É o caso das ações, por exemplo: elas representam partes de empresas, o que significa que os acionistas são afetados por todos os fatores que determinam o sucesso ou fracasso da empresa, como a economia do país e do setor específico, o relacionamento com funcionários, fornecedores e clientes, etc.

Como você pode imaginar, todos esses fatores envolvem riscos, o que quer dizer que tanto podem impulsionar o crescimento como podem impor perdas à empresa - e, portanto, aos investidores. Sendo assim, o investimento nesse tipo de ativo exige entender os fatores envolvidos e como eles podem afetar o retorno da aplicação.

Além das ações, alguns exemplos de renda variável são:

  • Fundos de Investimento;

  • Fundos Imobiliários;

  • ETFs;

  • Derivativos;

  • Commodities;

  • Moedas estrangeiras; e

  • Criptoativos.

Cada ativo desses pode estar sujeitos aos riscos que listamos e muitos outros, portanto também exigem compreender os fatores que fazem o preço oscilar.

O que é retorno líquido e retorno bruto de um investimento?

O retorno bruto, também chamado rendimento bruto, é o que um investidor ganha em determinada aplicação. No caso de um título público, é o valor dos juros sobre o montante investido ou a diferença entre quanto se pagou pelo título e quanto se recebeu por ele, ao final do período.


Por exemplo: se um investidor aplica R$100 em um título e saca R$125 depois de um tempo, o retorno bruto é de R$25, ou seja, 25%.


Já o retorno líquido é o que sobra do retorno bruto após o pagamento de impostos, como IOF e Imposto de Renda.

 

No nosso exemplo, supondo que o Imposto de Renda seja o único tributo sobre o investimento e que totalize R$5 (dos R$25 de retorno bruto), o investidor terá tido um rendimento líquido de 20% (R$20).

De quanto preciso para começar a investir?

Pouco dinheiro não é desculpa para não investir: existem produtos de investimento em que você pode aplicar a partir de R$1 😲.


O Tesouro Direto, por exemplo, é um dos investimentos mais adequados para os

iniciantes e aceita aplicações de R$ 30.


Se mesmo esse valor for mais alto do que você quer começar investindo, não tem problema: você pode ir separando os valores pequenos até ter o suficiente pro próximo aporte ou ter uma conta corrente remunerada, que rende sobre qualquer valor que você deixar lá.

 

É claro que também existem investimentos que exigem mais dinheiro para entrar, como fundos ou derivativos; mas, se você está começando a investir, pode ter certeza que não precisa de muito para dar os primeiros passos.